I Encontro de Gestores da 2ª Macrorregião de Saúde da Paraíba foi um sucesso

Foi sucesso total a relaização do I Encontro de Gestores da 2ª Macrorregião de Saúde da Paraíba, realizado ontem, 18, na cidade de Campina Grande, no auditório do CEREST/CG. Postamos aqui algumas imagens. Confira!

Gestores da 2ª Macrorregião participam de encontro de saúde do trabalhador


Cerca de 100 gestores, entre secretários municipais de saúde e coordenadores de Vigilância dos 70 municípios da 2ª Macrorregião de Saúde da Paraíba participaram ontem, terça-feira, 18, na cidade de Campina Grande, de um encontro promovido pela Secretaria Municipal de Saúde, através do Centro de Referência Regional em Saúde do Trabalhador – CEREST/CG.

O I Encontro em Saúde do Trabalhador para Gestores Municipais da 2ª Macrorregião de Saúde da Paraíba, foi aberto às 9 horas pela coordenadora geral do CEREST/CG, Anna Karla Souto Maior; a coordenadora do CEREST Estadual Celeida Maria Bairros e a diretora de Vigilância em Saúde, Eliete Nunes, que representou a secretária municipal de saúde Lúcia Derks.

Durante discurso, Anna Karla enfatizou a importância do evento e lembrou que o encontro representa a troca de experiências entre o CEREST/CG e os municípios para o avanço das ações de saúde e segurança do trabalhador.

A programação se estendeu às 16h30, quando foi apresentada uma agenda construída pelos gestores para a continuidade das ações nos seus municípios. Posteriormente houve um momento junino com o Grupo do Projeto Viver da Secretaria Municipal de Saúde, culminando o encerramento do evento, que foi sediado no auditório do CEREST/CG, no bairro Santa Cruz, nas proximidades do Dinamérica.

As propostas apresentadas pelos gestores serão consolidas em relatório, que por sua vez será encaminhado aos Conselhos Municipais de Saúde de cada Município da 2ª Macrorregião de Saúde da Paraíba e estes se responsabilizarão pelo envio do documento à Comissão Inter-gestores Bipartite (CIB) para análise e pactuação das ações em saúde e segurança do trabalhador.

CEREST/CG reunirá em encontro gestores de 70 municípios

A Secretaria Municipal de Saúde, através do Centro de Referência Regional em Saúde do Trabalhador – CEREST/CG, realizará nesta terça-feira, 18, o I Encontro de Gestores Municipais da 2ª Macrorregião de Saúde da Paraíba, formada por 70 municípios, a ser sediado no auditório da unidade de saúde do trabalhador, no bairro Dinamérica.

O evento será aberto às 8h30 e terá participação da secretária municipal de Saúde, Lúcia de Fátima Derks. A programação se estenderá às 16h30, quando acontecerá a aprovação de uma agenda para a continuidade das ações nos municípios, seguida da apresentação cultural com o Grupo do Projeto Viver da Secretaria Municipal de Saúde.

Os gestores (secretários municipais de saúde e coordenadores de Vigilância) participarão durante todo o dia de discussões de temáticas tais como: Política Nacional de Saúde e Segurança do Trabalhador (PNSST); Papel do CEREST/CG e dos Municípios na PNSST e Sistema de Informação e Notificação Compulsória. Eles também participarão de trabalho em grupos para fechamento da agenda das ações nos municípios.

O objetivo deste encontro, segundo a coordenadora geral do CEREST/CG, Anna Karla Souto Maior, é interagir com os gestores dos municípios da 2ª Macrorregião de Saúde da Paraíba.

“Estamos há seis meses à frente do CEREST, entretanto, ainda não tínhamos feito este contato, que o considero de grande relevância, levando em consideração a importância dos municípios no que diz respeito à execução das ações de saúde e segurança do trabalhador”, destacou Anna Karla.



Saúde do trabalhador - nível de estresse aumentou

O nível de estresse dos trabalhadores aumentou consideravelmente nos últimos anos. Segundo a especialista Marilda Lipp, presidente do Instituto de Psicologia e Controle do Stress, o alastramento do estresse se deve a uma mudança de valores associada ao avanço tecnológico, que estimula o trabalhador a ficar em constante estado de alerta.

“As pessoas vivem como se estivessem no meio de um furacão, sempre colocando força e energia extrema em tudo o que fazem”, explica Lipp. “Mas esse ritmo enlouquecido não está nos garantindo felicidade e bem-estar.” Por isso, as pessoas adoecem.

Existe um estresse positivo, que alerta, aumenta a adrenalina e anima. Ele ajuda na produtividade e dá asas à criatividade. Mas, se mantido por muito tempo, pode se tornar prejudicial. É perigoso ultrapassar os limites individuais e esgotar a capacidade de adaptação. Aí vem o efeito oposto: a energia mental fica reduzida, a produtividade e a capacidade de trabalho caem.

Nessa fase, além de força e vigor, o estresse frequentemente provoca taquicardia, tensão muscular, boca seca, nó no estômago, mãos frias e suadas e, em estágios mais avançados, sensações de desgaste generalizado e dificuldade de memória. A qualidade de vida piora muito.

Reduzir os efeitos do estresse é um desafio para os trabalhadores e seus empregadores. Entre policiais e bombeiros, o índice de estresse subiu para aproximadamente 51% entre 2006 e 2011, e um dos motivos é que falta um treinamento adequado em técnicas de enfrentamento.

Entre executivos, o índice de estresse também aumentou dramaticamente. “Há 10 anos, o percentual de executivos brasileiros com estresse era de aproximadamente 45%. Agora é de 49%”, diz Lipp, que publicou estudo sobre o assunto. Dos profissionais que trabalham em escritórios sem exercer cargos de chefia, 35% têm sinais de estresse. “A pressa se tornou uma constante, e ela estressa.”

O governo federal, por meio da Secretaria Nacional de Segurança Pública (SENASP), tem subsidiado programas antiestresse e de valorização do policial e demais servidores da Segurança Pública. Mas, segundo Lipp, ainda são poucas as empresas que assumem a responsabilidade sobre o nível de estresse de seus empregados e possuem programas efetivos de prevenção.

A especialista sugere algumas alternativas para reduzir o estresse negativo no trabalho, para empregados e empregadores:



• Melhorar o relacionamento com colegas, chefes e subordinados;

• Controlar o estresse e a raiva;

• Gerenciar bem o tempo de cada atividade;

• Realizar testes periódicos de estresse;

• Buscar horários flexíveis;

• Campanhas de esclarecimento e repúdio ao assédio moral;

• Sala de relaxamento;

• Atividade física e alimentação adequada (convênios com academias e nutricionistas);

• Psicoterapia.



“Não se deve esperar o trabalhador adoecer para tratá-lo”, afirma a especialista. Para ela, melhor é equipá-lo para lidar com os fatores estressores que enfrenta do dia-a-dia e exigir dele somente aquilo que legitimamente ele pode dar.



Fontes:

Ministério da Saúde

Política Nacional de Saúde do Trabalhador do Ministério da Saúde/ proposta para consulta pública (2004)

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CEREST/CG

R. Maestro Alcides Leão, 595, Bairro Santa Cruz (ao lado do INSS). Campina Grande, Paraíba, Brazil

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